Tuesday, May 5, 2015

Exposição revela os bastidores da produção de histórias em quadrinhos

Iza aprovou as ilustrações da mostra no Centro Cultural da USP (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)
Iza aprovou as ilustrações da mostra no Centro Cultural da USP (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)


Artistas de diferentes regiões participaram da composição das obras. 
Mostra no Centro Cultural da USP de São Carlos vai até 27 de fevereiro.

Do G1 São Carlos e Araraquara
Para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional, celebrado nesta sexta-feira (30), artistas se reuniram e montaram uma exposição em São Carlos (SP). A mostra será aberta às 19h e permanecerá no Centro Cultural da USP até o dia 27 de fevereiro, com entrada gratuita.
“O objetivo é mostrar para a população em geral os bastidores de quem está produzindo quadrinhos. Como se faz um quadrinho, por exemplo, do Mauricio de Sousa, como se faz um quadrinho independente”, afirmou o artista gráfico Iéio, um dos idealizadores da exposição.
Além dele, artistas como Diego de Carvalho também tornaram a homenagem possível. Ilustrador em um estúdio da cidade, ele ajudou a formular a revista criada para presentear os visitantes e adiantou o que preparou para seu espaço na publicação. “É uma brincadeira, mais ou menos como se a aranha do Homem Aranha tivesse picado o Bob Cuspe em vez de picar o Peter Parker. Ele dá uma cuspida na aranha e pronto”.

Informado sobre o sucesso junto à menina, o ilustrador comentou sua satisfação. “É gratificante, é bom que ela tenha se identificado. Quando tem exposição, contato com o público mesmo, o consumidor, é bem interessante. Você tem o feedback, que dá mais energia para continuar, para saber para qual caminho ir”, disse ele, que também é um admirador da área desde a infância, ou melhor, desde que começou a ler. 
Aprovado

Iza Calligaris Mazocco, de 10 anos, está acostumada com quadrinhos.
“Sempre leio à noite, antes de dormir. Os da Turma da Mônica são meus favoritos”, disse. Ela teve a oportunidade de conferir as ilustrações da mostra e aprovou os desenhos, principalmente uma página de Eldes de Paula Oliveira.
“A gente fica tentando imitar, que é o processo normal. A gente fica tentando imitar quadrinhos, os desenhos de que a gente gosta, e acaba aprendendo desse jeito mesmo. Acaba achando seu estilo depois”, detalhou.


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