Sunday, October 21, 2012

Livro conta bastidores do 1º evento voltado para as HQs realizado no Brasil




Pedro Brandt







Álvaro de Moya, olhando um dos painéis da pioneira exposição, realizada há 61 anos  O retumbante sucesso de bilheteria do filme Os Vingadores é apenas um indicativo da assimilação pela cultura pop das histórias em quadrinhos. Não é de hoje que super-heróis e outros personagens surgidos nas páginas das HQs são levados de forma bem-sucedida para outras mídias. Também não é novidade que os gibis, além de entretenimento, podem ser usados como material de alfabetização. Os quadrinhos se tornaram também, cada vez mais, objeto de estudo acadêmico, tal qual o cinema, a literatura, as artes plásticas ou qualquer forma de expressão.




Mas nem sempre foi assim, como relembra Álvaro de Moya no livro A reinvenção dos quadrinhos. Com o subtítulo Quando o gibi passou de réu a herói, a publicação tem como ponto de partida a 1ª Exposição Mundial de Quadrinhos, realizada em São Paulo em junho de 1951. Evento inédito e pioneiro, a exposição apresentou ao público as histórias em quadrinhos como arte. Naquela época, muitos pais e educadores viam na leitura de gibis uma ameaça à juventude — reflexo da “caça às bruxas” que os quadrinhos sofriam também em outros países, em especial nos Estados Unidos.

Fonte:
http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=14714&secao=Programe-se&data=20120611

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