Sunday, July 8, 2012

ilustrada, janeiro de 1988: ronin, ranxerox etc.

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Retrocedendo agora ao início de 88, com essa matéria de primeira página da Ilustrada, com texto de Marcos Smirkoff e uma bela diagramação. O assunto são as promessas para o ano que começava, como a mini-série Ronin, de Frank Miller, e Ranxerox em New York, de Tamburini e Liberatore, além de novas graphic novels de Will Eisner.
27
Jan
10

lobo solitário

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Nos anos 80 chegou ao Brasil outro grande marco da HQ mundial: o mangá Lobo Solitário e Filhote, de Kazuo Koike (1936 –) e Goseki Kojima (1928 – 2000). Em 1988, um ano após seu lançamento nos EUA, a editora Cedibra iniciou a publicação da série, nos moldes da edição da First Comics: formato americano e capas ilustradas por Frank Miller (que sempre assumiu a influência da obra de Kojima e Koike).
A seguinte série de matérias dá uma ideia da trajetória atribulada de Itto Ogami e seu filho Daigoro no Brasil. Após apenas 9 edições, a Cedibra cancelou a publicação. Ela foi retomada em Setembro de 1990 pela editora Nova Sampa, que tentava aproveitar o boom dos quadrinhos publicando alguns mangás e graphic novels. A nova revista vinha no tradicional “formatinho” e com papel de qualidade inferior à da edição da Cedibra, porém trazia mais histórias ao longo de 100 páginas. No entanto, a publicação também foi suspensa após 9 números, ressurgindo em 1993 para apenas mais 5.
A saga só foi publicada em sua totalidade no Brasil entre 2005 e 2007, pela Panini, seguindo o padrão da reedição americana empreendida pela Dark Horse.
Lobo Solitário, Caderno 2, 1988 (Jornal dos Quadrinhos)
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19
Jan
10

frank miller e bill sienkiewicz

Este post é dedicado a uma parceria que, apesar de breve, foi das mais emblemáticas da HQ dos anos 80: Frank Miller e Bill Sienkiewicz. As duas graphic novels que eles produziram juntos foram publicadas no Brasil pela Abril, em 1988.
A primeira delas, Demolidor – Amor e Guerra, foi lançada como o segundo número da Série Graphic Novel, e recebeu destaque no Caderno 2 do Estado de São Paulo em matéria provavelmente escrita por Jotabê Medeiros (não há crédito visível no recorte).
Alguns meses depois a Abril iniciou a publicação da mini-série em 4 edições Elektra Assassina. A segunda matéria abaixo, dessa vez com crédito para Jotabê Medeiros, também traz uma pequena entrevista com Sienkiewicz.
O último scan é de Dezembro de 1989, quando foi lançada a edição encadernada de Elektra Assassina. O caderno Ilustrada da Folha de São Paulo publicou textos de André Forastieri sobre a obra, sobre os últimos projetos de Sienkiewicz e Miller (este, aparentemente, esteve envolvido em algum momento na produção de Terminator 2), além das inevitáveis especulações sobre  um filme baseado na HQ.
(Obrigado a Adailto Bonetti pela colaboração.)
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13
Jan
10

the magician’s wife – ilustrada, janeiro de 1988

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No início de 1988 Nicolau Sevcenko, historiador e professor da Universidade de Harvard e da USP, faz a defesa dos quadrinhos como um novo gênero de expressão artístico-literária. As obras do gênero que ele destaca são álbuns importados recém-lançados então, como Squeak the Mouse, do italiano Massimo Mattioli (que seria publicado naquele mesmo ano no Brasil dentro da revista Animal); a edição encadernada do aclamado arco de histórias do Demolidor intitulado Daredevil: Born Again, de Frank Miller e David Mazzucchelli (que havia sido serializado na revista Super Aventuras Marvel, da Abril, durante o segundo semestre de 1987); e a graphic novel The Magician’s Wife, de Jerome Charyn e François Boucq, inédita no Brasil até hoje.
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