Thursday, August 11, 2011

Trabalho de história de quadrinhos dentro da lusofonia é pouco conhecido

 


 
Luanda – Os trabalhos de história de quadrinhos (HQ), produzidos por cartonistas a nível da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesas), ainda é muito pouco explorado pela comunidade e os fazedores da arte que conjuga texto e imagens, considerou hoje, quarta-feira, em Luanda, o cartonista brasileiro Fábio Moo.
 
Segundo o artista, em entrevista à Angop, a propósito do Festival Internacional de Banda Desenhada “Luanda Cartoon”, actividades do género são uma mais-valia para a troca de informação, desenvolvimento e exploração de novas analogias em termo cultural e criação do intelecto estudantil.
 
"Para realçar o intercâmbio conduzimos para cá sete edições já publicadas. Até porque poucas são as obras de história de quadros angolanas ou brasileiras comercializadas em Portugal e vice-versa", disse.
 
De acordo com o cartonista Gabriel Bá, a utilização da imagem e da palavra como meio de educação comportamental do aluno tem um valor instrutivo muito importante, pois as escolas podem utilizar para explorar outras concepções e proporcionar um conhecimento facilmente adquirido.
 
O apoio institucional e empresarial para tornar a actividades do género mais abrangente foi um dos argumentos avançados para se ultrapassar o desconhecimento.
 
A oitava edição do Festival Internacional de Banda Desenhada (BD) teve início na última sexta-feira, em Luanda, e conta com a participação de 30 artistas nacionais e cinco estrangeiros.

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