Saturday, June 11, 2011

Invasão de quadrinhos coreanos

Por Bia e Ricardo Chacur — Quinta, 2 de fevereiro de 2006


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A terceira edição do AnimeDreams mostrou brevemente como será nesse ano no mercado de quadrinhos e games. Depois da invasão de heróis americanos e monstros japoneses, os empresários brasileiros resolveram acreditar no material produzido naCoréia do Sul. Um exemplo desse investimento é a nova editora Lumus que resolveu inovar trazendo para o Brasil alguns mangas sul-coreanos.

O primeiro produto lançado pela editora é o Planet Blood, que é um manga de fantasia e ficção com muita ação. A história começa depois da Quinta Guerra Mundial onde metade da população foi dizimada. Para sobreviver os humanos resolvem montar algumas colônias no planeta Marte e na Lua. O herói da trama apocalíptica é Sinan, um jovem piloto de Marte que perde a memória e acorda no mundo medieval onde terá que enfrentar os desafios dessa nova terra.

No entanto, o principal produto da editora é Priest que foi um grande sucesso na Ásia. A trama tem muita ação, terror e vingança. A história é do padre Ivan Isaacs que resolve fazer um pacto com os demônios para se vingar de um anjo caído conhecido como Temozarela. Inicialmente, oroteiro lembra os quadrinhos americanos do Motoqueiro Fantasma, mas com o desenrolar da trama percebe-se que o objetivo é inovar no gênero terror e surpreender o público com cenas de ação e reviravoltas. Para quem gostou do polêmico filme Old Boy é um prato cheio.

"Fui para a Coréia no ano passado e quando vi este manga decidi trazer para o Brasil. Fechamos um contrato com a editora Daiwon pelos direitos autorais de 16 edições doPriest e 11 do Planet Blood", declarou o editor Renato Torelli.

De acordo com o editor, existem boatos que Hollywood já comprou os direitos para fazer o filme do padre em busca de justiça, e isso incentivou a nova editora a apostar suas fichas nesse personagem. Parece que os empresários brasileiros estão acreditando no material que faz sucesso fora do eixo Japão e China, por uma questão de inovação e na eterna necessidade de diminuir custos de produção. Agora é só aguardar uma invasão cultural de personagens sul coreanos.

Fonte:

http://www.sobrecarga.com.br/node/view/9136


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