Tuesday, June 21, 2011

Estudantes do câmpus UnB Ceilândia protestam em frente ao Palácio do Buriti


 (Bruno Peres/CB/D.A Pres)
Na manhã desta sexta-feira (1º), às 10h, cerca de 300 manifestantes munidos com faixas, bandeiras e narizes de palhaço se reuniram em frente ao Palácio do Buriti para protestar contra o atraso da entrega do câmpus Ceilândia da Universidade de Brasília. De acordo com Juliane Alves, do Centro Acadêmico de Gestão de Saúde e do Diretório Nacional de Estudantes, o protesto conta com a participação de alunos de Ceilândia e também do Gama, que são solidários à causa. Ela acrescenta que está prevista a chegada de mais pessoas no local. Neste momento, uma comissão formada por 13 estudantes foi recebida pelo secretário adjunto de governo e representantes da Secretaria de Obras.

Por volta das 10h30, em meio a gritos de guerra como “eu quero meu câmpus sim, dinheiro do povo não é capim”, os manifestantes fecharam a faixa de pedestre do eixo monumental por aproximadamente 10 minutos, o que gerou um pequeno tumulto. Os alunos afirmam que só saem da porta do Buriti após conseguir falar com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, ou com Paulo Tadeu, secretário de governo. 
Perto das 12h, aproximadamente 25 Policiais Militares chegaram ao local, em quatro carros e cinco motos, com o intuito de afastar os estudantes da entrada do Palácio do Buriti. O Governo do Distrito Federal ofereceu um assessor de Paulo Tadeu para negociar com os manifestantes, que se recusam. Eles dizem que querem falar com quem elegeram e não com seus representantes. 
A deputada federal Erika Kokay chegou ao local para apoiar os estudantes e se comprometeu a pedir um requerimento de informação e uma audiência pública na Câmara Federal para investigar os atrasos nas construções. 
O secretário-adjunto de governo, Gustavo Lago, desceu do Buriti para falar com os alunos. Está sendo negociado um encontro com Agnelo Queiroz ou Paulo Tadeu na tarde desta sexta. Segundo informações de assessores de ambos, no momento, eles estão cumprindo agenda externa e resolvendo detalhes relacionados à Copa do Mundo, que em 2014 será no Brasil. 
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