Loading...

sexta-feira, 9 de março de 2012


Como Fazer uma História em Quadrinhos (HQ)


Passos

  1. - Escreva um roteiro.
  2. - Adapte o roteiro para história em quadrinhos, separando cada cena (acontecimentos da história) em tomadas (momentos dessa cena).
  3. - Desenhe um esboço da história (enquadramento), com cada tomada em um quadrinho.
  4. - Crie um gabarito para desenhar sua história (por exemplo: se você quiser desenhar no formato "Mangá", faça o gabarito na proporção 1,0 x 1,5 [ou seja, a altura é uma vez e meia a largura da parte desenhada da página]).
  5. - Coloque esse gabarito debaixo da folha em branco onde você deseja desenhar a página. Esse é o jeito mais fácil de desenhar as suas páginas sempre do mesmo tamanho e formato.
  6. - Para sua página ficar mais "arrumada", faça primeiro o enquadramento à lápis, não esquecendo dos balões (onde fica o texto). Arrume-os na página de acordo com a ordem de leitura (para os ocidentais, do canto superior esquerdo para o canto inferior direito, numa espécie de zigue-zague indo para baixo). Os quadrinhos devem obedecer essa ordem, e não o contrário (assim a sua história será lida na ordem certa da leitura dos quadrinhos).
  7. - Finalize (pode usar canetas de tinta à prova dágua, canetas Nanquim, pena [modo antigo de desenhar com Nanquim] ou até mesmo esferográfica).
  8. - Se quiser, pinte.
  9. - Publique ou mostre para os amigos (afinal, serão os seus leitores que lhe ajudarão a "endireitar" a sua história).

Dicas

  • 1 - Não conte a sua história para ninguém até terminar de desenhar seus quadrinhos. A empolgação é um fator importante para a realização de uma obra desse tipo. Se você contar sua história, se sentirá parcialmente satisfeito e possivelmente desistirá de fazer a história em quadrinhos.
  • 2 - Não pense muito antes de sair desenhando. Evite fazer toda a quadrinização de uma vez. Prefira ir desenhando as páginas numa média aceitável (mais ou menos de uma a quatro por dia). Isso tornará o processo de realização da sua história em quadrinhos mais benéfico e divertido, uma vez que ao final de cada dia você verá algumas páginas finalizadas e assim poderá fazer as alterações que desejar antes de ter todo pronto (quando seria então tarde demais para fazer alterações importantes).
  • 3 - Acima de tudo, termine o que começou.

Fonte:

http://pt.wikihow.com/Fazer-uma-Hist%C3%B3ria-em-Quadrinhos-%28HQ%29

quarta-feira, 7 de março de 2012

Leituras dramáticas de Histórias em Quadrinhos na Caixa Cultural

O projeto literário vai encenar graphic novels de diversos autores nacionais
  07/03/12 às 13:46  |  Redação Bem Paraná
(foto: Divulgação)
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima quarta-feira (14), o novo projeto literário “Cena HQ”, com direção de Paulo Biscaia Filho. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal, serão realizadas, mensalmente, leituras dramáticas de graphic novels dos mais instigantes autores nacionais. A curadoria dos autores é de José Aguiar e a curadoria dos encenadores é do próprio diretor. O encontro entre quadrinhos e cena deflagra discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil, com debate entre o encenador e o autor da obra de cada leitura.

A primeira graphic novel a ser adaptada será “Vigor Mortis Comics”, que terá adaptação para a leitura dirigida por Dimis Sores, da Cia Bife Seco (indicado como melhor diretor por sua peça de estreia, “Vivienne”, na última edição Troféu Gralha Azul). A obra foi lançada no ano passado, pela Zarabanata Books, e figurou nas listas dos melhores lançamentos nacionais em quadrinhos, em 2011.

“Vigor Mortis Comics” conta com oito histórias, inspiradas por personagens de montagens de Paulo Biscaia Filh, com a companhia Vigor Mortis. O roteiro é assinado por Biscaia e Aguiar e os desenhos são de DW e Aguiar. São histórias recheadas de humor e terror, que trazem as aventuras de Oswald o Morto Vivo, Tom o Cataléptico e do Homem Sombra, entre outras figuras bizarras do universo da companhia.

Serviço:
Local: Caixa Cultural
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data e horário: Dia 14 de março de 2012 (quarta-feira), às 20h
Preço: Um livro não didático


Fonte:
http://www.bemparana.com.br/index.php?n=208143&t=leituras-dramaticas-de-historias-em-quadrinhos-na-caixa-cultural

Teia do Homem – Aranha é recriada em Laboratório


A teia do Homem-Aranha inspirou cientistas. Com ela, o super-herói é capaz de prender bandidos e de se locomover entre arranha-céus. Mais do que desbancar Peter Parker nos quadrinhos, a equipe do professor Don Jarvis, da Universidade de Wyoming, vislumbra a produção industrial de materiais resistentes para a medicina, que permitam suturas, implantes e ligamentos mais fortes.

A teia de aranhas é mais forte do que o aço. Por isto, pesquisadores americanos modificaram geneticamente bichos-da-seda, que, em vez de fios macios, passaram a tecer um material tão resistente como a teia.
Publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), o estudo revela que seria inviável ter uma “fazenda” de aranhas para produzir teia comercialmente. Os aracnídeos não tecem o material em quantidade suficiente e ainda têm propensão a comer uns aos outros. Já os bichos da seda são fáceis de criar e produzem em grande quantidade. A seda, porém, é um material frágil.
A ideia, então, foi unir a força da teia com a quantidade industrial da seda. Por isto, houve o transplante de genes de aranhas em bichos-da-seda. Porém, os bichos-da-seda geneticamente modificados ainda não produziram a teia de aranha em quantidade suficiente.
- Essencialmente, o que este estudo mostra é que os cientistas são capazes de usar um componente da teia de aranha e fazer com que bichos-da-seda o transformem numa fibra junto com sua própria seda – disse o professor Christopher Holland, da Universidade de Oxford. – Este novo composto tem propriedades mecânicas melhoradas.
Especialistas ressalvam que seria preocupante se um bicho-da-seda capaz de produzir uma seda tão forte como a teia da aranha escapasse para a natureza. De acordo com o professor Guy Poppy, da Universidade de Southampton, os benefícios da produção deste material superam os riscos:
- É difícil ver como um bicho-da-seda que produz uma seda forte como a teia de aranha poderia ter qualquer vantagem na natureza.
Fonte: globo.com

Exposição Zeróis - Ziraldo

Imagem inline 1

Fonte:
Centro Acadêmico de Artes Visuais - Universidade de Brasília - UnB
Blog: www.artesplasticasunb.blogspot.com -Twitter: http://twitter.com/artesunb 
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13424706301653918074

Pesquisadora se inspira na loucura para criar instalação



ARTES

Pritama Brussolo transformou o próprio processo de criação a partir da arte produzida por pacientes esquizofrênicos


Francisco BrasileiroDa Secretaria de Comunicação da UnB
Samuel Barros, mais conhecido como Poeta, é dono de uma banquinha na feira da torre e trabalha com artesanato há mais de 40 anos. Pritama Brussolo é formada em moda e buscou a pós-graduação em Artes na UnB porque queria se aprofundar mais no lado artístico da produção com tecidos. A história dos dois se cruzou em oficinas de arte para pacientes esquizofrênicos conduzidas por Pritama para a pesquisa de mestrado. Poeta, que sofre com o mal há três décadas, encontrou amigos com quem pudesse conversar e trocar experiências. De quebra, as lições de sensibilidade dele e dos colegas ajudaram Pritama a redescobrir a arte dentro de si.
Em uma das sessões da oficina, Poeta trouxe uma pintura feita pelo neto dele. Por cima das cores, desenhou os contornos de uma figura humana. “Foi o desenho dele que me inspirou a adotar na pesquisa o conceito de apropriação – que significa criar a partir da arte produzida pelos outros”. Foi o que Pritama fez: os delírios e a arte dos pacientes serviram de inspiração para a instalação que ela produziu ao final da pesquisa usando manequins e roupas como matéria prima. As obras foram expostas na Galeria Espaço Piloto da UnB em 2010 na exposição Pele e Osso, que reuniu trabalhos de pós-graduandos do departamento de Artes Visuais.


Pesquisadora usou a técnica moulage: a roupa é montada direto no manequim
Para Pritama as roupas nunca foram apenas roupas. Durante a graduação o interesse dela já se voltava mais para a produção de peças conceituais. “Os professores me alertavam para que os modelos que eu produzisse fossem funcionais – pudessem ser vestidos pelas pessoas e comercializados”, conta.  “Mas para mim eles eram um meio de expressão, quando eu conseguia representar um conceito por meio das roupas eu ficava satisfeita, não via mais a necessidade do acabamento final”. No fim das contas, o trabalho de conclusão de curso dela foi uma instalação – com peças de roupa expostas para o público – e não um desfile como era mais comum.
EXEMPLO - A inspiração de Pritama na arte é Lygia Clark – famosa por produzir objetos usando roupas como elementos estéticos e pela influencia em movimentos culturais importantes, como a Tropicália. No início da década de 70, a artista lecionou em Paris inaugurando uma abordagem sensorial, na qual o espectador participava ativamente da obra de arte. A metodologia foi aplicada mais tarde como uma forma de tratamento para pacientes com transtornos psiquiátricos.
Aliado a influência de Lygia, Pritama teve um contato com o lado obscuro da mente que a motivou a mergulhar no assunto – relacionando psicanálise e arte. Quando lecionou em curso superior de moda em 2008, já em Brasília, espantou-se com o fato de uma parcela considerável da turma tomar remédios tarja preta – que só poderiam ser consumidos sob orientação médica. “Os motivos eram os mais variados: desde transtorno bipolar até dificuldade de dormir a noite”, conta Pritama. “Fiquei sensibilizada e tentava ajudar os alunos, eu não tinha como ignorar o problema deles porque isso afetava diretamente o meu trabalho”, conta.

Samuel Barros exibe pintura do neto que inspirou a pesquisadora
Foi movida por esse sentimento misto – de ajudar pessoas com transtornos mentais e do desejo de se aprofundar no lado artístico da moda – que ela prestou a seleção para o mestrado em Arte da UnB. Em 2009, Pritama começou o curso e, em agosto do mesmo ano, as oficinas juntos a pacientes do Instituto de Saúde Mental, no Riacho Fundo I. Sob a orientação do Professor Nelson Maravalhas, ela começou a interagir com os pacientes. “No início eu propunha um tema específico em cada sessão para que eles trabalhassem por meio da pintura”, conta. “Eu acreditava que eu poderia ajudar eles a encontrar a cura”.
PRODUÇÃO ESPONTÂNEA - Em vez disso, a proposta do professor Nelson Maravalhas foi que Pritama liberasse mais os pacientes na produção das obras de arte. “Passei a permitir que a produção deles fosse espontânea”, conta a pesquisadora. Depois de dez encontros aplicando as práticas temáticas, ela passou a fornecer material de colagem, pintura e desenho para que os pacientes escolhessem como e o que iriam expressar.
“A partir daí eles passaram a colocar para fora as próprias angústias e um pouco do que permeava seus delírios”, conta. “Uma das pacientes – que chamei de ‘Cigana das Cobras’ na dissertação – era obcecada pela morte e expressava temas relacionados a ela em todas as obras que produzia”, explica Pritama. “Outro – que recebeu o pseudônimo de ‘Jesus, Minha Casa e Eu’ – sempre produzia imagens de Jesus”.

Pacientes dão vazão a seus delírios nas oficinas conduzidas pela pesquisadora

Se a cura dos pacientes não pode ser alcançada, ao menos as atividades da oficina fizeram muito bem para eles. Poeta – que acabou servindo como um intermediário entre a Pritama e os outros pacientes – ficava muito preocupado com a “Cigana das Cobras”. “Eu tinha medo de que ela fizesse uma besteira”, conta Poeta. “Depois que ela passou pela oficina a morte deixou de ser a coisa mais importante da vida dela”. Pritama também percebeu um processo positivo em “Jesus,Minha Casa e Eu”. “O último desenho que ele fez foi um homem de bigode que dizia ser ele mesmo”, conta. Na opinião da pesquisadora, de tanto buscar o outro “Jesus, Minha Casa e Eu” acabou se encontrando.
CORPOS-ESCULTURA - As histórias dos pacientes sensibilizaram tanto a artista que na hora de produzir suas obras ela utilizou alguns elementos das produções de seus pacientes. “O esquizofrênico tem dificuldade em perceber o limite entre o eu e o outro – resolvi usar isso como inspiração”, conta. Pritama usou a técnica moulage, na qual as roupas são montadas diretamente sobre o manequim, sem um desenho prévio. Os corpos-esculturas - nome que a artista dá a suas obras - eram formas de representar os delírios e alucinações dos pacientes. Em Paraíso 1 – Os Guardiões, os espectadores podiam interagir com a obra. “Você podia colocar a mão em uma das mangas e apalpar um monte de bolinhas, criando um apelo sensorial para a obra", explica. "Porém quando você fazia a mesma coisa em outra que estava atrás da escultura não encontrava nada". Para Pritama, o contraste entre as sensações era uma forma de representar o vazio que os pacientes sentiam.

Paraíso 1 - Os Guardiões representa o vazio que os pacientes sentiam

Outra obra, Legião de mim mesma, partiu da experiência relatada pelo paciente “O Criador dos Mundos”. “Ele acreditava que existiam vários planetas medievais e pré-históricos, todos colonizados por clones dele mesmo”, conta Pritama. Segundo ela, a expressão “legião de mim mesmo” era usada pelo paciente quando ele falava a respeito dessa multidão. “Para representar essa ideia a obra projetava sombras na parede que eram como clones da original”. A experiência do mestrado transformou a forma como Pritama via a própria arte. “Pude me expressar mais livremente já que não precisava me preocupar se os modelos seriam vestíveis”, conta. “Também passei a separar melhor o que era a produção artística e a psicanálise”. Atualmente Pritama continua a desenvolver trabalhos nos dois campos de atuação de forma idependente.

Para o Poeta as oficinas eram uma oportunidade de interagir com outras pessoas que também sofrem com a esquizofrenia. “A possibilidade de se expressar não era novidade para ele”, conta Pritama. “O importante era estar no meio do grupo”, complementa o próprio Poeta – que gostava de desenhar temas relacionados à Brasília nos encontros. Na feira da torre, ele produz imãs de geladeira a partir de madeira talhada para vender. Ganhou o apelido porque também fabrica poesias, mas essas ele não vende: distribui em tiras de papel. “O livro é manicômio das palavras. Deixe-as soltas que elas vão onde quiserem”, escreve em um dos versos.

Fonte:
http://www.unbciencia.unb.br/index.php?option=com_content&view=article&id=441:pesquisadora-se-inspira-na-loucura-para-criar-instalacao&catid=80:artes

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Câmara: Educação discutirá proposta de incentivos para produção de quadrinhos nacionais PDF Imprimir E-mail
13-Out-2011

Agência Câmara

A Comissão de Educação e Cultura vai realizar audiência pública para discutir mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais, previstos no Projeto de Lei 6060/09, do deputado Vicentinho (PT-SP). A iniciativa do debate, ainda sem data marcada, é do deputado Rui Costa (PT-BA), relator da proposta na comissão.
Costa destaca que “o mercado consumidor brasileiro hoje beneficia essencialmente a indústria de entretenimento norte-americana e outras nacionalidades”. Para ele, é importante “incentivar um elemento de identidade cultural e manifestação artística nacional”.
Serão convidados para o evento o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Emanuel Carneiro; e o presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB), José Alberto Lovreto.
O PL 6060/09, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, e ainda será votado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Da Redação/MR

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Brasil lança programa para comunidades brasileiras no exterior

De acordo com nota do Itamaraty, em 2012, as ações do recém-lançado programa cultural e educacional ampliarão e diversificarão o apoio tradicionalmente prestado pelo Ministério das Relações Exteriores
Da Redação

Brasília, Palácio do Itamaraty
Brasília - O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) lançou um novo programa cultural e educacional voltado especificamente para as comunidades brasileiras emigradas, "com o objetivo de fortalecer os vínculos com o Brasil dos filhos de brasileiros no exterior, em especial, crianças", informa nesta terça-feira (14) o Itamaraty.

Em 2011, no intuito de consolidar os laços das novas gerações de brasileiros no exterior com o português do Brasil e com a cultura brasileira, o Itamaraty já havia dado início a um programa de cursos de capacitação de professores de português como língua de herança, realizados inicialmente em São Francisco e Washington, em estreita colaboração com representantes das comunidades brasileiras nessas duas cidades.

Foram idealizados como forma de dar sustentação e embasamento a iniciativas, surgidas na própria comunidade, em bases voluntárias, por grupos de mães brasileiras, de ensino de português para crianças. Os próximos cursos deverão ser realizados em Miami, Boston, Zurique e Tóquio.

De acordo com nota do Itamaraty, em 2012, as ações do recém-lançado programa cultural e educacional ampliarão e diversificarão o apoio tradicionalmente prestado pelo Ministério das Relações Exteriores às comunidades emigradas.

Entre as ações previstas, incluem-se cursos, seminários e oficinas para capacitação de professores de português como língua de herança, apresentações de contadores de histórias, apresentações de teatro e de música em português (para adultos e crianças), oficinas de redação, leitura e produção literária em português, oficinas de música, teatro e marionetes em língua portuguesa, oficinas de desenho, gravura e histórias em quadrinhos; atividades recreativas e circenses, exibição de filmes brasileiros para crianças, e concursos de redação.

Nesta primeira fase, participam do novo programa os consulados e embaixadas do Brasil em Assunção, Atlanta, Barcelona, Beirute, Berlim, Boston, Bruxelas, Caiena, Chicago, Frankfurt, Genebra, Hamamatsu, Hartford, Houston, Lisboa, Londres, Los Angeles, Madri, Miami, Munique, Nagóia, Nova York, Paramaribo, Paris, Roterdã, São Francisco, Sydney, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Washington e Zurique. Para a elaboração dessas ações, foram consultados representantes dos conselhos de cidadãos atuantes em cada cidade.

Fonte:
http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=13092802&canal=156